Melbourne Fringe 2025 divulga programação curada com pista que transforma dança em energia

Melbourne (Austrália) – A edição 2025 do Melbourne Fringe Festival, marcada para 30 de setembro a 19 de outubro, revelou seu Programa Curado com foco na participação do público e na ideia de transformar cada pessoa em um “Herói da Ação”. Ao longo de três semanas, mais de 500 eventos prometem mobilizar a cidade com arte, dança, música e performances interativas.

Obra pública capta energia do movimento

O destaque deste ano é Power Move, instalação gratuita criada pelo coletivo Quiet Riot e contemplada como Civic Commission de 2025. Trata-se de uma pista de dança cinética montada diariamente na Fed Square que armazena a energia gerada pelos passos dos participantes. Painéis exibem em tempo real a quantidade de eletricidade produzida, além de um placar público e desafios diários de dança.

Artistas nacionais e internacionais

Entre os nomes escalados para o Programa Curado estão os australianos THE RABBLE, Pulsing Heart, Fast Fashun, Snuff Puppets, A Daylight Connection, Polyglot Theatre e Harrison Ritchie-Jones com Rawcus. Também integram a seleção os grupos estrangeiros Ontroerend Goed (Bélgica), Krishna Istha (Reino Unido), Mammalian Diving Reflex (Canadá) e HORSE (Taiwan).

Segundo o diretor artístico e CEO do festival, Simon Abrahams, a proposta é “colocar a criatividade em movimento” e lembrar que “ação vai além do ativismo; envolve participação”.

Abertura festiva no Capitol Theatre

A cerimônia de abertura acontece em 30 de setembro, no Capitol Theatre, com o Opening Night Gala apresentado pelo comediante Sammy J. O público é incentivado a comparecer fantasiado de seu herói de infância para uma noite única de humor, cabaré, circo e surpresas.

Principais atrações de dança e performance

  • Swinging Years – obra de Su Wei-Chia que reúne até 100 moradores com 65 anos ou mais para explorar memória e movimento.
  • Grand Canyon – solo do mesmo coreógrafo, realizado com um enorme rolo de papel em espaços não convencionais.
  • Flesh Mirror – produção da Weave Theatre que mescla coreografia e teatro mockumentary para investigar a percepção do corpo.
  • Ngambaa – peça de Amelia Jean O’Leary inspirada em duas irmãs emu que criam o mundo, celebrando a resistência de mulheres aborígenes.
  • Whirlwind – experiência do Polyglot Theatre onde crianças interagem com papel, ventiladores e estímulos sensoriais em um espaço de brincadeira.

Quatro décadas de vanguarda

Em atividade há 43 anos, o Melbourne Fringe é considerado o festival multiartes mais longevo de Victoria. A cada edição, destaca vozes ousadas, incluindo artistas First Nations, criadores d/Deaf e com deficiência, narrativas queer, talentos emergentes e inovadores internacionais.

O programa completo pode ser consultado em melbournefringe.com.au.

Com informações de Dance Magazine

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