São Paulo e ABC recebem quatro estreias de dança sobre HIV, infância e periferias em outubro

Quatro novos espetáculos de dança entram em cartaz a partir deste mês em São Paulo e no ABC Paulista, abordando temas como HIV, ancestralidade africana, cotidiano periférico e identidade negra. As montagens ocupam palcos, espaços públicos e centros culturais entre 14 e 26 de outubro.

IBEJADA – Núcleo Ajeum

No Sesc Avenida Paulista, o Núcleo Ajeum estreia IBEJADA de 16 a 19 de outubro. Inspirada na divindade iorubá Íbéjì, que simboliza infância, alegria e dualidade, a obra recria lembranças dos intérpretes para refletir sobre laços afetivos e tensões adultas. Os ingressos custam a partir de R$ 15.

Deixe a Esquerda Livre – Coletivo Calcâneos

O Coletivo Calcâneos iniciou a temporada de Deixe a Esquerda Livre em 15 de outubro na Estação Jardim Helena-Vila Mara e segue com apresentações gratuitas a partir de 16 de outubro. A montagem acontece ao ar livre em locais como Parque Augusta, CEUs e escolas técnicas, transformando o espaço urbano em cenário e contando com acessibilidade em LIBRAS.

Reagente + ou AIDS: o silêncio mata – Ricardo Gael Mesquita

O Espaço DAJUV, em São Bernardo do Campo, recebe nos dias 17 e 18 de outubro a residência artística Reagente + ou AIDS: o silêncio mata. O projeto inclui a performance solo Regente + e oficinas gratuitas para maiores de 16 anos, com inscrições online. Participam Marcelo DAvilla (mentoria em performance e criatividade), Kona Zion (Vogue Femme) e Paula Petreca (práticas de autocuidado e escuta corporal).

Percursos Paradoxais – Die Hard Crew

Celebrando 25 anos de trajetória, a Die Hard Crew apresenta Percursos Paradoxais, que estreou em 14 de outubro no Centro Cultural da Penha. O espetáculo percorre diferentes pontos da capital: CEU São Miguel (21/10), Morro do Querosene (23/10), Tendal da Lapa (25/10) e Casa de Cultura Brasilândia (26/10). Gratuito e acessível, a obra dialoga com a cultura Hip Hop e o Breaking para discutir contradições do espaço urbano.

As quatro estreias evidenciam a dança como ferramenta de denúncia, memória e celebração coletiva, ocupando tanto teatros quanto ruas e equipamentos culturais da cidade.

Com informações de Agenda de Dança

Olá, queridas! Sou Yasmin Farida, apaixonada por dança do ventre. Aqui, compartilho dicas, tutoriais e inspirações para todas as idades, ajudando você a explorar e aprimorar sua jornada na dança com alegria e confiança!