Os primeiros passos da Mostra Brasileira de Dança foram dados em 2003. A nossa estreia foi no Teatro de Santa Isabel, com a participação, em massa, dos principais grupos de dança do Estado de Pernambuco. Na edição, conseguimos envolver a presença de artistas de outros estados brasileiros. E foi um sucesso! Teatros lotados, público fervoroso e artistas ansiosos. Naquele momento, o nosso desejo era de construir um projeto que pudesse contribuir para o desenvolvimento da dança no âmbito nacional, abrindo um mercado para distribuição de escoamento da produção nacional, que raramente tinha condições de realizar tournées na região Nordeste, além de dar visibilidade aos grupos de dança de Pernambuco, ampliar o mercado de trabalho para os trabalhadores da cultura, promover intercâmbios, movimentar a economia local e consolidar o projeto como grande mola propulsora econômica.

De lá para cá muita coisa mudou. O festival passou por grandes transformações, ampliou a sua programação para além dos teatros, cruzou fronteiras, reformulou o seu formato, transformou sua estrutura organizacional, internacionalizou uma edição completa e, atualmente, tem o desafio de realizar uma edição inteiramente digital. O que não mudou foi a nossa essência. Nós acreditamos no poder de transformação da sociedade através da arte. Em breve, nós estaremos juntos fisicamente, pois acreditamos que essa é só uma fase. Enquanto isso, aproveite essa e outras programações incríveis no conforto do seu lar.

LEGADO AO LONGO DE SUA CRIAÇÃO:

2003 – Abriu espaço para escoamento do mercado local (trabalhos coreográficos e academias);
Destacamos que, em 200, eram raras as companhias pernambucanas com espetáculos completos

2004 – Contribuiu para a formação de plateias para salas de espetáculos; e serviu como porta de entrada para tournées de grupos nacionais;
Antes de 2004, não havia corredor com companhias nacionais, devido ao alto custo de chegar ao Nordeste, como acontece até hoje. Os festivais podem ser considerados os grandes responsáveis pela viabilidade da circulação de grandes companhias brasileiras, entre os estados da Federação.

2005 – Deu início à implementação de atividades com artistas internacionais;

2007 – Fomentou a participação de grupos profissionais de Pernambuco com espetáculos completos;
Depois da criação do Funcultura (2002), o Estado de Pernambuco começa a produzir obras completas (acima de 40 min) e a MBD muda o seu perfil para atender e acompanhar a nova demanda.

2010 – Investiu em atividades de formação para o aperfeiçoamento profissional;
Investimento em núcleo específico de formação, com a criação do cargo de Coordenação Pedagógica, ampliando assim, a carga horária das atividades, e passando a ser supervisionada por profissional da área.

2011 – Realizou mais contratações com artistas do interior do Estado de Pernambuco;

2015 – Ampliou a sua programação para atividades que aconteciam além dos palcos;

2020 – Serviu como conexão para artistas pernambucanos no mercado internacional, através de feiras e mercados.

2021 – Realizou a primeira edição digital.

NÚMEROS DO FESTIVAL

Durante os 15 anos de exibição da Mostra Brasileira de Dança, 23 representantes dos estados brasileiros passaram pelo festival; 10 países; 523 companhias brasileiras já se apresentaram em nossos palcos; 250 mil pessoas já assistiram ao festival; 5 mil alunos já participaram de nossas atividades pedagógicas; mais de 5 milhões de reais foram injetados na economia; e tivemos valoração de mídia, média anual, de 2 milhões de reais.

Ficha
Técnica

Realização Fervo Projetos Culturais e Paulo de Castro Produções Artísticas.

Produção Executiva Andréa Silva e Renata Teles.

Designer Gráfico Matheus Melo.

Social Media Alexandre Barbosa.

Assessoria de Imprensa e Redatora Manoela Siqueira.

Operação de Live Eduarda Barbosa.

Programador Site Sandro Araújo.

Mediador Encontros Colaborativos Marcelo Sena.

Palestrantes Encontros Colaborativos Gabriela Holanda, Kildery IARA, Francini Barros, Diogo Lins, Conrado Falbo, Renata Camargo, Edson Vogue e Luiz Roberto.

Grupos/Artistas Helder Vasconcelos, Cia Brasílica, Ária, Iara Campos e Íris Campos.

Professores oficinas de dança Tiago Ferreira, Wagner Max e Nathália Radcliffe, José Valdomiro (Minininho).

Colaboração Projeto Ária Social e Secretaria de Cultura do Estado de Pernambuco.

Incentivo Lei Aldir Blanc Pernambuco, FUNDARPE, Secretaria de Cultura, Governo de Pernambuco, no âmbito federal por intermédio da Secretaria Especial da Cultura, Ministério do Turismo, Governo Federal.