GRUPOS

PROGRAMAÇÃO

CIA ETC. (PE) Dia 3 de agosto de 2017

Programação de Dança | Exposição O Corpo Fala

Performance e Vídeodança Dança Macabra
Centro Cultural Correios, 19h
Gratuito
Classificação livre

Foi a partir da pesquisa “SOBREPOSIÇÃO: Estéticas convergentes do corpo na história da dança e do cinema” que foi surgindo o tema da videodança Dança Macabra. Investigando alguns dos momentos que marcaram a história da dança, os pesquisadores do projeto começaram a se interessar por um fenômeno que aconteceu na Idade Média, quando algumas pessoas passaram a dançar freneticamente sem um motivo reconhecível. Posteriormente essas danças começaram a ser chamadas de danças macabras ou danças da morte e se espalharam como uma epidemia por muitos países da Europa, com homens, mulheres e crianças em enormes procissões que podiam durar dias ou semanas. Muitas dessas pessoas gritavam, cantavam, caiam no chão, autoflagelavam-se e algumas chegavam a morrer. Uma das hipóteses desse acontecimento refere-se à pressão social que existia na época relacionada à inquisição, muita miséria e longas guerras que aconteciam constantemente. Em Dança Macabra uma epidemia atinge pessoas do Recife, levando-as a dançar por dias nas ruas da cidade.

Direção: Filipe Marcena e Marcelo Sena
Dança: Edson Vogue, Elis Costa, José W Júnior, Marcelo Sena e Renata Vieira
Roteiro e figurino: Cia. Etc.
Trilha sonora original: Marcelo Sena
Fotografia: Filipe Marcena, Germana Glasner e Rafael de Almeida
Edição: Filipe Marcena
Maquiagem e still: Germana Glasner
Design de som: Nicolau Domingues
Design: Raul Kawamura
Produção executiva: Hudson Wlamir
Produção e realização: Cia. Etc.

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Aneska França e Darilson Cassiano (PE) Dia 4 de agosto de 2017

Programação de Dança | Exposição O Corpo Fala

Entorpecer
Centro Cultural Correios, 19h
Gratuito
Duração: 3:40 min.
Classificação livre

Tendo como fonte inspiradora uma releitura da 5° sinfonia de Beethoven, a coreografia Entorpecer usa elementos corporais do ballet, do contemporâneo, e de danças de salão. Os professores, bailarinos, coreógrafos e intérpretes Aneska França e Darilson Cassiano, tentam levar ao público as emoções entorpecedoras e singulares que a 5° sinfonia transmite aos seus corações, mentes e corpos.

Coreógrafos e Bailarinos: Aneska França E Darilson Cassiano
Direção Geral e Artistica: Aneska França E Darilson Cassiano
Figurino: Edilene Pereira

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Animatroonicz (PE) Dia 7 de agosto de 2017

Versus
Centro Cultural Correios, 19h
Gratuito
Duração: 15 min.
Classificação livre

Jonh é o filho mais novo dos Silva e ganhou dois robôs da empresa 8bitz. Ele não sabia que eles são feitos para competir até suas pilhas acabarem. Quando Jonh dorme, os robôs iniciam uma competição que neste dia, foi de dança. Dek e Jek dançam, então, até suas pilhas acabarem, mas eles não contavam com um imprevisto. Nesta performance o público confere Animation e o Robot dance.

Diretor/coreógrafo: Will Robison
Dançarino: Leonardo Thomas
Maquiagem: Tereza Pereira
Figurino: Aline Silva

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BALÉ TEATRO CASTRO ALVES (BA) Dias 5 e 6 de agosto de 2017

LUB DUB
Balé Teatro Castro Alves (BA)
Sábado e Domingo
Teatro de Santa Isabel, 20h
Ingressos: R$30 e R$15
Duração: 50 min
Indicado para maiores de 14 anos

Inspirada pela diversidade de sons percussivos em diferentes culturas e pelas batidas que emergem do corpo percorrendo uma onda que produz e consome energia, a coreografia LUB DUB (denominação dada pela medicina às batidas do coração) promove o trânsito das culturas Afro-Brasileira e Sul-Coreana tendo como principal protagonista o corpo e suas expressões dançantes. Neste trabalho, o coreógrafo Jae Duk Kim centra a discussão no corpo que pulsa, medita, protesta, luta e se movimenta pela vida.

Balé Teatro Castro Alves - Primeira companhia pública de dança do Norte e Nordeste e quinta do país, o Balé Teatro Castro Alves (BTCA) foi fundado em 1981 e tornou-se referência de dança moderna e contemporânea, apresentando coreógrafos como Victor Navarro, Lia Robatto, Antonio Carlos Cardoso, Carlos Moraes, Luis Arrieta, Oscar Araiz, Guilherme Botelho, Tíndaro Silvano, Mario Nascimento, Ismael Ivo e Henrique Rodovalho, entre outros. Atualmente com um corpo artístico formado por 35 bailarinos, o BTCA, atualmente dirigido por Antrifo Sanches, conta com mais de 70 montagens em seu repertório, sendo uma presença destacada no cenário da dança nacional.

Coreógrafo: Jae Duk Kim (Coreia do Sul)
Assistentes de coreografia: Ticiana Garrido e Ana Paula Drehmer
Concepção e Criação da Trilha Sonora: Jae Duk Kim
Design de Luz: Irma Vidal
Concepção do Figurino: Jae Duk Kim
Figurinista: Zuarte Jr.
Operação de Luz: Irma Vidal
Operação de Som: Roberto Tavares
Confecção do Figurino: Guida Maria, Letícia S
antos, Rita Ferreira e Do Carmo Santos
Assessoria Técnica Geral: Leonard Henrique Dançarinos: Douglas Amaral, Felipe Silva, Leandro de Oliveira, Leonardo Muniz, Loretta Pelosi, Luíza Meireles, Mônica Nascimento, Solange Lucatelli, Taís Alves e Tutto Gomes
Performance de voz: Gilmar Sampaio
Consultoria de Circulação: Marcelo Zamora

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Luciana Freire D'anunciação (PE) Dia 6 de agosto de 2017

Ecos
Domingo
Teatro Arraial, 19h
Ingressos: R$20 e R$10
Duração: 40 min.
Indicado para maiores de 12 anos

Ecos é um solo de dança sensorial-imagético que provoca o jeito que percebemos o corpo humano. Com um figurino um tanto quanto intrigante e entranho, Luciana F. D’anunciação mergulha num universo lúdico para apresentar e reconfigurar possibilidades coreográficas do corpo fragmentado. Tal fragmentação oferece dois efeitos visuais distintos. O primeiro, de concentrar a atenção do espectador a um espectro menor do corpo e assim viabilizar uma dança minimalista, como se fosse possível colocar uma lente de aumento nesses pequenos detalhes; o segundo efeito é a perda de referência do corpo humano inteiro, o que dá aos fragmentos um caráter animalesco como se fossem uma entidade em si. No geral a indumentária ora funciona como um aparato no jogo esconder revelar o corpo da dançarina, ora como um instrumento transformativo do corpo que o manipula.

Coreografia, performance e produção: Luciana Freire D’Anunciação
Música: Caio Lima
Figurino: Brandi Rawluk
Iluminação: Natalie Revorêdo
Dramaturgistas: Maria Clara Camarote, Aryo Khakpour

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Alexandre Américo (RN) Dia 8 de agosto de 2017

Cinzas ao Solo
Terça-feira
Teatro Hermilo Borba Filho, 19h
Ingressos: R$20 e R$ 10
Duração: 35 min.
Classificação livre

Esta obra, fruto processual da pesquisa de mestrado do coreógrafo, pretende tematizar o entendimento de dança do próprio bailarino. Ao utilizar a metáfora do homem que caminha devorando o "mundo", o intérprete inicia a busca pela sensação de comunhão com o todo, de ancestralidade, de atemporalidade.

Cinzas ao Solo é a exposição, por meio da linguagem da improvisação em tempo real, da dança que é vida e morte. O instante da dança no qual nada mais existe a não ser ela própria. Dessa forma, o público será convidado a participar de uma experiência sensível e genuína, onde o ato de se sacrificar pela dança, de morrer e viver pelo o que se acredita deverá ser premissa.

Em 2016 Cinzas ao Solo foi indicado pelo Troféu Cultura (Natal/RN), na categoria Melhor Espetáculo de Dança do Ano.

Alexandre Américo é pesquisador, bailarino e coreógrafo formado em Licenciatura Plena em Dança pela UFRN (2013.2) e Mestre pelo Programa de Pós-Graduação em Artes Cênicas da UFRN. Em Natal/RN, atuou nas Cias. de Dança Parafolclórico - da UFRN (2008-2010) -, Gaya Dança Contemporânea (2010-2012), Cia de Dança do Teatro Alberto Maranhão (2011), Cruor Arte Contemporânea (2013) e Balé da Cidade de Natal (2014). Alexandre tem pesquisas na área acadêmica e hoje é atuante na área da investigação em Dança Contemporânea, com enfoque em estruturas de improvisação.

Bailarino e coreógrafo: Alexandre Américo
Diretor Artístico: Mathieu Duvignaud
Dramaturgia: Morvan França
Iluminação: Laura Figueiredo
Trilha Sonora: Toni Gregório
Voz: Ionara Marques
Violoncelo: Carolina Rodrigues
Adereço: Jô Bonfim
Exposição: Morvan França
Impressão de Fotografia: Estúdio P.
Fotógrafo: Brunno Martins
Produção: Celso Filho - Listo! Produções Artísticas
Design Gráfico: Teo Viana

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ZOE (PE) Dia 8 de agosto de 2017

ZOE
Terça-feira
Teatro Apolo, 20h
Ingressos: R$20 e R$10
Duração: 60 min.
Indicado para maiores de 14 anos

Com estreia em junho de 2017, ZOE aborda os instintos do ser humano como algo perdido nos dias de hoje. Os bailarinos em cena já compõem pelo ato de estar no palco uma das relações tratadas pela narrativa, que aponta a perda do lado orgânico das relações e pessoas em meio ao mundo civilizatório no qual estamos inseridos. ZOE, enquanto cena, propõe pensar a vida animal, não somente simbólica ou metaforicamente, mas literalmente, como argumento poético para a construção em sua qualidade de dispositivo cultural, trazendo de volta o devir animal, enfim, como argumento para a linguagem que excluiu, por hipótese de construção de uma vida social, cultural, Bios, nosso instinto de pertencimento à espécie humana. Em ZOE, os instintos são uma possibilidade de humanização da vida e dos afetos.

Concepção e direção: Francini Barros
Intérpretes criadores: Adelmo do Vale, Jorge Kildery, Maria Agrelli, Orun Santana,
Rafael FX, Victor Lima
Produção: Igor Travassos
Iluminação: Eron Villar
Trilha sonora e operação de som: Johann Brehmer
Cenografia e vídeo mapping: André Calado e Petró
Programação visual: Bruno Amorim
Fotografia e vídeo: Breno César

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Enchente (PE) Dia 9 de agosto de 2017

Quarta-feira
Teatro Hermilo Borba Filho, 18h30
Ingressos: R$20 e R$10
Duração: 45 min.
Indicado para maiores de 16 anos

A Enchente é a metáfora para as catástrofes humanas atuais: migratórias e econômicas, a globalização da indiferença e o fracasso do mundo capitalista desenvolvido. O trabalho propõe a realização de um estudo transdisciplinar que articula o conto “A Enchente” de Hermilo Borba Filho, à performance e ao vídeo. A proposta compartilha alguns procedimentos destes fazeres e o desenvolvimento do processo criativo. Enchente constrói com base em procedimentos de criação que envolvem restrições e obstruções de movimentos e alguns jogos com regras e materiais. As relações entre os corpos questionam as hierarquias e ampliam suas possibilidades ao realizarem tarefas de improvisação.

Concepção, direção e dramaturgia geral: Flavia Pinheiro
Performers: Gardênia Coleto, Marcela Aragão e Marcela Felipe
Diretor de Arte: Guilherme Luigi
Dramaturgia Corporal: Maria Paula Costa Rego
Desenho de Luz: Pedro Vilela
Desenho Sonoro: Leandro Olivan
Video: Leandro Olivan

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Cia. Pé-Nambuco de Dança (PE) Dia 9 de agosto de 2017

Majho Majhobê Olubajé
Quarta-feira
Teatro Santa Isabel, 20h
Ingressos: R$20 e R$ 10
Duração: 60 min.
Indicado para maiores de 16 anos

A Compania Pé-Nambuco de Dança leva ao público em Majho Majhobê Olubajé uma introdução de toda a força, mistério e beleza da mitologia africana a partir do conto que narra a ascensão e o apogeu do orixá Omulu, o rei e senhor da Terra. É uma reflexão profunda sobre obstáculos e prosperidade, sobre a vida e a morte, além das relações de cuidado que temos uns com os outros. Majho Majhobê - "eu danço, é assim que vou dançar" traduzido do idioma Iorubá - celebra os movimentos, ritmos, cores e vestimentas de um ritual que se destaca não somente pela presença de Omulu, mas também por congregar todo o panteão de orixás.

Direção Artística: Samuel Araújo
Direção Geral: Wagner Max Bailarinas (os): Andréa Botch
elly, Aline Lopes, Danny Souza, Daniela Kunz, Diamante Everson, Emilly Santos, Hartilyn Campelo, Jhon Westien, Jonathan Carneiro, Karyne Emmanuelle, Gisele Eduarda, Luanna Melcy, Marília Cavalcanti, Nathalia Radcliffe, Jacky Souza, Pablo Hiago, Shadaytt Miguelangello, Wallison Albuquerque, Wagner Max, Wallace Medeiros, Washington Silva, Washington De Paula
Coreógrafos: Samuel Araújo e Wagner Max
Figurino / Cenografia: Samuel Araújo
Vocal: Nalva Silva
Percussão: Alê Silva, Almir Gomes, João Batista, Guilherme Cavalcanti, Leide Dickman, Thallys Oliveira e Wirley Rafael
Iluminação: Gleison Ramos
Som: Thiago Oliveira
Coordenação de Produção: Janaina Melo
Produção: Maury Marques, Fernando Sales
Assessoria de imprensa: Marconi Bispo
Fotografia: Glaucia Bruce

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Acupe Grupo de Dança (PE) Dia 10 de agosto de 2017

Tijolos de Esquecimento
Quinta-feira
Teatro Apolo, 19h
Ingressos: R$20 e R$ 10
Duração: 50 min.
Indicado para maiores de 18 anos

Tijolos de Esquecimento é uma imersão no imaginário urbano, a partir da obra do escritor italiano Ítalo Calvino – Cidades Invisíveis – onde a cidade deixa de ser um conceito geográfico para se tornar o símbolo complexo e inesgotável da existência humana. A memória, as identificações, as disputas, as ruas, becos, esquinas, o afeto, o abandono, a transgressão, as contradições, estão neste trânsito congestionado, desordenado, pertencente ao espaço urbano. O Acupe Grupo de Dança teve origem da necessidade de trabalhar a Arte e a educação/formação da dança, como proposta ao diálogo crítico e transformador através da arte. Em seus projetos procura desenvolver ações artísticas e formativas em dança, onde propõe estabelecer a fruição da arte através da dança.

Direção: Paulo Henrique Ferreira
Coreografias: O grupo em processo c
olaborativo
Direção de Arte: Marcondes Lima Dramaturgia e texto: Flávia Gomes
Intérpretes criadores: Anne Costa, Henrique Braz, Jadson Mendes, Silas Samarky e Valeria Barros
VJ e criação de vídeos: Alberto Saulo
Sonoplastia: Rodrigo Porto Cavalcanti
Iluminação: Luciana Raposo

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Cia. Dielson Pessoa (PE) Dia 12 de agosto de 2017

O Silêncio e o Caos
Sábado
Teatro Santa Isabel, 20h
Ingressos: R$20 e R$10
Duração: 50 min.
Indicado para maiores de 16 anos

O espetáculo tem como ponto inicial uma experiência psicológica vivida pelo bailarino e criador Dielson Pessôa e trata da questão como algo inerente ao humano. Dividido em 5 cenas - Psicose, Incorporações, Mania de Perseguição, Personagens, e Redenção – O Silêncio e o Caos abre um leque de discussões sobre as psicoses levando o público a perceber que essas duras passagens são muito enriquecedoras, principalmente quando vistas por um prisma respeitoso e longe de preconceitos. O elemento disparador ou conteúdo deste solo está presente em âmbito universal, uma vez que muitas pessoas passam por situações similares e, por medo ou preconceito, evitam expor suas tragédias pessoais. O fato de ter bipolaridade e poder investigar e comentar sobre esse problema auxilia no processo de autoconhecimento e fortalecimento do indivíduo, deslocando o assunto para uma questão da sociedade e não mais como único e pessoal.

Dielson Pessoa fez parte da Companhia de Dança Deborah Colker e integrou o elenco de vários espetáculos: 4 por 4, Rota, Mix, Nó e Tatyana. Entre os países em que já se apresentou estão o Brasil, Uruguai, Chile, Argentina, Estados Unidos, Itália, Áustria, França, Inglaterra, Alemanha e Singapura. Foi integrante do Balé da Cidade de São Paulo (2006-2008). Aos 22 anos, Dielson já havia se apresentado para alguns grandes coreógrafos, como Had Naharin (Israel), Mauro Bigonzzett (Itália), Itzik Galil (Holanda), Luiz Arrieta (Argentina), Cayetano Soto (Espanha), Jorge Garcia (Brasil). Em 2007, foi premiado pela APCA (Associação Paulista de Críticos de Arte).

Interprete/criador: Dielson Pessoa de Melo
Iluminação: Jathyles Miranda
Trilha e Dj: Lucas Ferraz

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Mostra Coreográfica de Grupos em Formação (PE) Dia 11 de agosto de 2017

Sexta-feira
Teatro Luiz Mendonça, 20h
Ingressos: R$20 e R$ 1o
Classificação livre para todos os trabalhos
• Bumba Meu Boi Bumbá
Grupo Matulão de Dança
Duração: 10 min.

Direção: Leila Nascimento
Coreografias: Grupo Matulão de Dança/Quadrilha Raio de Sol
Figurinos: Fábio Costa
Elenco: Ariane Freixeira, Ednaldo Souza, Fia Cachinhos, Halison Santana, Larissa Nathamy, Leila Nascimento, Leonardo Araújo, Micael Julio, Stephany Santiago, Vandré Cechinel.

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• Fragmento Coreográfico
Grupo Ária Clássico
Duração: 10 min.

Pas de Deux do Festival das Flores - Dançam: Alícia Cohim e Emerson Mendes/ Variação Paquita, 1 ato de Paquita - Dança: Mariana Pina/ Variação Swanilda, 2 ato de Coppélia - Dança: Teresa Augusta/ Mulher Rendeira -Dançam: Alícia Cohim, Nataly Araújo, Manuela Giglio e Patrícia Bittencourt.

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• O Lago dos Cisnes Ato 4
Academia Fátima Freitas
Duração: 10 min.

Direção geral: Fátima Freitas
Música: Tchaikovsky
Coreografia original Cisnes Brancos: Marius Petipa
Remontagem: Dayvison de Albuquerque
Coreografia Cisnes Negros: Thereza Rachel Freitas e Isabel Ferreira
Dançam: Odette: Jeanne Freitas Príncipe: Marcio filho
Cisnes Brancos: Aline Pedrosa, Anna Julia Xavier, Anna Luiza Aquino, Beatriz Xavier, Gabriela Baltar, Giovanna Dantas, Jarly Buarque, Joanna Angelica, Julia Perez, Juliana Bandeira, Kamille Sousa, Maria Eduarda Moreira, Mariana Santoro, Marta Guedes, Nayanne Ramalho, Rafaela Vieira, Raylana Raynara.
Cisnes Negros: Aleana Lobo, Alessandra Costa, Alessandra Maranhão, Bruna Brito, Camila Gusmão, Cecília Soares, Clarissa Araújo, Daniela Nogueira, Dayvison de Albuquerque, Débora Maranhão, Fernanda Lobo, Kátia Pereira, Laila Côvo, Larissa Freitas, Letícia Andrade, Luisa Macêdo, Maiara Serqueira, Maria Carneiro, Monique Vilella, Paula Torres, Rebeca Cerqueira, Sophia Davis, Thais Prazin.

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• Pandero
Cia. Árabe Dançabilita
Duração: 3”571

Coreógrafa: Renata Tarub
Música: Árabe
Dançarinos: Renata Tarub, Luana Perrusi, Brenda Amorim, Larissa Neres e Dani Lisboa
Assistentes de palco: Tânia, Alexsandra e Bruna

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• Sigrid
Escola Gesttus
Duração: 2”30’

Diretora e Coreógrafa: Vannina Porto
Bailarina: Mayara Mesquita
Música: Dance of the Druids

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• Nó
Escola Gesttus
Duração: 2”30’

Diretora e Coreógrafa: Mayara Mesquita
Bailarina: Marina Petribú
Música: Let it be – Labrinth

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• Nós Duas
Escola Gesttus
Duração: 3 min.

Diretora e Coreógrafa: Mayara Mesquita
Bailarinas: Débora Tavares e Paula Evêncio
Música: La Noyée - Yann Tiersen

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• Queen
Escola Gesttus
Duração: 3”30’

Diretora e Coreógrafa: Larissa Porto
Bailarina: Mayara Mesquita, Diana Lóris, Sabrina Arruda, Aline Costa, Poliana Miranda, Gabriela Andrade, Priscilla Andrade, Amanda Alves.
Música: Billie Jean

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• The Conquest
Cia. Street Masters
Duração: 10 min.
• Hay Amores
Escola de dança Jaime Arôxa
Duração: 3”29’

Coreografia: Lodozonay Costa
Dançarinos: Lodozonay Costa, Maria Claudia Silva, Everton Lira Espinola, Mariana Arôxa Veiga, Igor Cavalcanti, Natalia Brito, Jonatas Nascimento, Andréa Santana, Mauro Alexandre, Natane Ferreira Lemos,Diego Melo, Carol Bakun

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• Variações Clássicas
Simone Monteiro Ballet
Duração: 10 min.

Direção e Remontagem: Simone Monteiro
Bailarinas: Carolina Haiut dança Paysant - Ballet Giselle;
Leticia Oliveira, dança Nikyia Entrance - Ballet la Bayadere;
Helena Avelar dança Aurora - Ballet A Bela Adormecida;
Ester Siqueira dança Manon - Ballet Manon
Julia Hertz dança Swanilda - Ballet Copellia

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